sexta-feira, 13 de junho de 2008

New York, New York


Nos preparativos para a grande viagem um amigo aconselhou-me levar este guia, encomendei na Amazon, muito bom mesmo!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Indiana Jones


Fui ver o filme... gostei de ver novamente o Indiana Jones, mas não se compara aos filmes anteriores. ET's à mistura é muito à frente...

"Passaram dezanove anos desde que Indiana Jones e a Grande Cruzada deu o ar de sua graça nas salas de cinema e, com o tempo, as gerações renovaram-se, os filmes passaram do analógico para o digital e os heróis de acção deixaram de ter arranhões para contar a história. Este Indiana Jones 2008 (1957 na data em que o filme decorre) também já tem rugas, também já é digital, também já não representa para os netos aquilo que foi para os avós. Apesar dos senãos, haverá realmente alguém que consiga odiar Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal?

ícone é de tal forma insubstituível que não há quem viva neste mundo e não consiga reconhecer os símbolos que o representam. Em Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, o símbolo surge ainda antes da personagem regressar. Podia ter sido o chicote mas foi o chapéu do professor Henry Jones Jr. (Harrison Ford) que, à saída de um jipe, rolou pelo chão fazendo com que, apenas através de uma marca registada, não houvesse quem ficasse sem perceber a figura que o seguiria. Uma silhueta em sombra, uma frase feita, a sempre mal ajeitada camisa com restos de pó como que a dizer «andei nas minhas aventuras de arqueólogo» e imediatamente percebemos quem está perante nós.


Ele voltou e, apesar dos seus 65 anos, continua em plena forma. Indiana Jones está de regresso e não há quem dispense revê-lo. Haverá mesmo alguém de neto a avô, passando por filho e sobrinho que não esteja numa fila de bilheteira a esta hora?


É Indiana Jones. É a música de John Williams que põe todos a trautear. É o medo de cobras, a pistola certeira e o chicote bem manuseado. São as perseguições infindáveis por templos, ruínas e selvas traiçoeiras. É a família Spielberg, Lucas e Ford em ritmo de cruzeiro mais uma vez. Ou pelo menos, é disto que o espectador vai à espera.


Em 1981 (Os salteadores da arca perdida) Indy procurava por uma arca. Em 1984 (Indiana Jones e o templo perdido) andava em busca de pedras sagradas. Em 1989 (Indiana Jones e a Grande Cruzada) corria atrás do Santo Graal. Agora Indiana Jones parece querer perseguir vários objectos ou destroçadas memórias que recusa deixar cair no esquecimento. Ora são as caveiras de cristal que, claro, obviamente, sem dúvida, teriam de trazer um poder inigualável que, a cair em mãos erradas, poderia destruir o mundo como o conhecemos (ou como eles o conhecem)? Ora são memórias passadas com a aventureira incorrigível Marion Ravenwood (Karen Allen) que, mesmo com o passar dos anos, não perdeu a desfaçatez? Ora são os tempos em que o chicote, o chapéu e a pistola nunca estavam arrecadados e em que o laço no fato universitário pouco era usado?


Talvez seja uma procura múltipla esta que o professor Jones faz em 1957, anos já distantes dos nazis, agora com comunistas andróginos à perna – em particular a muito (e bem) teatral Irina Spalko embonecada pela sempre irrepreensível Cate Blanchett.


Tal como nos anteriores filmes, também aqui Spielberg traz para a mesa as referências ao contexto social da época em que ele decorre. A saber, há Marlon Brandos por todo o lado (sendo Mutt Williams, a personagem de Shia LaBeouf, o expoente máximo da referência); há saias redondas, rabos de cavalo e sapatos rasos nas meninas; respira-se a Guerra Fria e a ameaça atómica e há até ficção científica à séria pelo meio da história. Se enganos houvesse quanto à data em que o filme se passa, eles esfumar-se-iam logo no início, quando a típica montanha da Paramount dá lugar a um montinho de areia de onde sai um cão da pradaria ao som de Hound Dog de Elvis Presley.

Mais não dizemos para não arruinar surpresas.


Tínhamos tudo para gostar deste renovado Indiana Jones. Aliás, gostamos dele. Como não gostar de algo que se esperou tanto tempo para ver e que tanto marcou alguma parte das vidas de cada um?


Mas não o adoramos tanto quanto esperaríamos porque a este Indiana Jones falta profundidade nas outrora muito bem explicadas personagens. As descobertas e conclusões que se tiram em relação aos 20 anos passados entre este e o último filme são sacadas tão rapidamente que parecem demasiado caricaturais. Tudo para seguir em frente com as ininterruptas sequências de acção que, convenhamos, fazem parte do estilo, mas só funcionariam em pleno com a sustentação da história de Indy.


Não queremos adiantar de mais sob pena de tornar este artigo num desenrolar de spoilers mas podemos acrescentar que há um desejo tão grande de introduzir mais e novos elementos na narrativa a produzir um excesso que acaba por desembocar numa miscelânea de fios narrativos sem um central que seja suficientemente forte. Este Spielberg não parece ter oferecido assim tanto a alma ao filme como tinha vindo a apregoar desde há muito. Talvez tenha sido a vontade de superar as anteriores três fitas que fez com que, afinal, esta seja a mais fraca de todas.


Apesar disso, sejamos justos, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é entretenimento de qualidade com algumas cenas de deliciosas (como aquela em que Mutt Williams fazendo troça da velhice de Indy o faz montar uma Harley Davidson e correr pela cidade enquanto penteia o cabelo coberto de gel ou como aquela em que, à falta de uma corda para sair de areias movediças, o professor tem de se segurar a um animal que adora).

O problema deste Indiana Jones é ter o peso de três filmes insuperáveis, os anos de expectativa acumulados e muitas gerações com os olhos postos no ecrã. É missão quase impossível corresponder a estes padrões. Queremos muito idolatrá-lo mas não podemos deixar de querer mais.2 (in SIC Notícias)

domingo, 6 de janeiro de 2008

Viciada em café?


Se você, como eu, adorá café, não pode perder a secção de compras do site Cafe Press.

Funciona assim: você escolhe a frase que mais lhe agrada e manda imprimir em t-shirts, almofadas e no que mais o site oferece.

Há um ano que cá em casa tenho uma Nespresso. O meu café preferido. Tomar café fora de casa evito sempre.

Uma fotinha da minha linda máquina...


Bee - O filme


Barry B. Benson (voz de Jerry Seinfeld) é uma abelha que acaba de se formar na faculdade, mas não se sente satisfeito em executar uma única função durante toda a sua vida, na fabricação de mel. Em uma viagem fora da colmeia, ao lado das abelhas que colhem néctar, Barry tem sua vida salva pela florista nova-iorquina Vanessa (Renée Zellweger). Enquanto o relacionamento entre os dois cresce, ele descobre que seres humanos colhem e vendem mel. Por isso, decide processar toda a raça humana.

Para quem gosta de bonecos animados e de comédia, aqui está um filme engraçado. Se puderem deu um pulinho ao cinema para ver e de certeza que passam um serão descontraído!Eu fui esta semana e adorei!!!

Aqui fica o trailer do filme. Pode ser que vos inspire...

sábado, 5 de janeiro de 2008

Playstation 2



Estou fã deste jogo: o Buzz!!! Se tiverem oportunidade joguem..

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Feliz Ano Novo 2008

Previsões para 2008

Qual o seu número para 2008?

Fonte:uol.com.br

Se quisermos saber as energias que o próximo ano nos trará deveremos somar seus algarismos: 2+ 0+ 0+8, e encontraremos 10 = 1.

Assim, diremos que 2008 é um ano 1. Um ano um é uma época de reinícios em todos os sentidos. Tudo no mundo acontece e está sujeito a ciclos progressivos que vão do 1 ao 9. O um por ser o primeiro da série, está sempre iniciando um ciclo, um período, uma atividade. 2008, de maneira geral, será um ano para se colocar em prática tudo o que foi planejado antes, depois de se ter resolvido pendências e se descartado das inutilidades acumuladas ao longo dos anos passados.

O 1 é a unidade divina imutável, a Mônada. Segundo Leibniz, "mônada é o primeiro elemento simples e animado do ser substancial. Substância ativa e individual, de natureza psíquica ou abstrata, que constitui todos os seres". Para a biologia, mônada é o organismo primitivo ou unidade orgânica hipotética.

Quando na Gênese(1: 3) o Criador disse: -"Haja luz". A primeira emanação espiritual foi a luz. Se a nossa alma continuar seguindo a luz, retornaremos à nossa fonte. O 1 sempre representa o começo, um novo início, a unidade.

Individualmente, o 1 representa a independência, a autoconfiança, a auto-estima, a individualidade. É o começo, a base ou causa de um começo; é o começo de qualquer idéia criativa ou atitude.

Então devemos aproveitar 2008 para por em prática todas as idéias que precisam vir à tona, de uma forma independente, sem restrições ou preconceitos, sem embaraços. É necessário "virar a mesa?" Aproveite as boas energias deste novo ano para fazer valer sua força de vontade e liderança. Execute. Este é um período para se fazer acontecer novos inícios. As energias do 1 revelam as forças interiores, a necessidade de tomar as rédeas e determinar o curso futuro da situação, com firmeza e independência, sem aceitar um "não" como resposta. É hora de fixar metas, e as palavras-chave são concentração e determinação. Tenha consciência de que os resultados serão qualificados por seus reais desejos. O ano é de tentar o novo e, principalmente, de ter coragem suficiente para agir de acordo com os seus sonhos.

Mas, em paralelo à energia do ano, nós também nos movimentamos em ciclos periódicos. Cada um de nós, além da energia de 2008, estará experimentando as vibrações numéricas de seu ano pessoal conforme as influências de seu dia e mês de aniversário. O ano pessoal é o resultado do somatório do dia + mês de nascimento + ano universal (2008). Se você nasceu, por exemplo, em 12 de maio, seu ano pessoal será 9 (12 + 5 (maio) + 1). Estará vivendo um ano de reflexão e de conclusões, de se descartar de tudo o que não tem mais real importância para a sua vida, de redobrar a atenção nos assuntos financeiros; isso dentro de um ano universal de planejamentos reinícios.

Some então, dia e mês de seu nascimento mais 1 (2008) e veja qual dessas vibrações está reservada para você. Se o somatório for um número maior que 9, some os dois dígitos para encontrar apenas um. Tudo no Universo está sujeito a ciclos progressivos que vão do 1 ao 9; quando chegamos ao 10 (1 + 0 = 1) tudo começa novamente.

Ano 1 - Época de inícios, de realizações e de estabelecer novas metas. Exponha aquelas suas boas idéias. Esteja atento a problemas com ossos ou dentes.

Ano 2 - Ano de carências afetivas e necessidade de se associar. Use de tato, diplomacia e paciência ao lidar com os outros. Esteja pronto a apoiar quem precisa de sua ajuda. Cuide de sua alimentação.

Ano 3 - Novos contatos sociais, novas amizades, festas, humor e otimismo. Aproveite e faça algum curso de atualização ou aperfeiçoamento. Não se exceda na bebida.

Ano 4 - Trabalho, oportunidade de ganhar dinheiro. Experimente uma nova função ou atividade profissional. Valorize as tarefas pequenas e rotineiras. Cuide de seu estômago.

Ano 5 - Viagens, novidades, mudanças, grandes paixões. Cuidado para não deixar o certo apenas pelo prazer de experimentar o novo nem gastar mais do que ganhou. Controle sua impulsividade e cuide do sistema nervoso.

Ano 6 - Ano de compromissos e obrigações familiares. Aceite as suas responsabilidades sem reclamar. Não queira modificar as pessoas. Ideal para encontrar um novo amor. É um ano bastante fértil. Não exceda nos gelados: cuidado com a garganta.

Ano 7 - Este é um ano de reflexão, estudos, de aperfeiçoar conceitos já existentes, de busca de autoconhecimento. Cuidado com a tendência a querer ficar só: você poderá precisar dos amigos depois. Trate bem dos seus pés.

Ano 8 - Não exceda em materialismos. Coloque a razão acima dos sentimentos e da impulsividade. Lembre-se de que um ano oito é sempre um período de colheitas de tudo o que você plantou nos últimos anos.

Ano 9 - Este é um ano de terminar o que ficou por fazer e permitir que as coisas antigas se vão. Cuidado com o que comprar e vender, ou assinar, para não ter perdas financeiras. Redobre sua atenção. Cuide da saúde e não negligencie com aqueles exames que vem sendo adiados.

Se seu aniversário foi em 2007 você deverá somar dia e mês de aniversário mais 9 (2007). Só somará com 1 (2008) a partir do seu próximo aniversário.

Para enfrentar as energias deste ano, tenha com você uma pirita, a pedra da autocrítica e do autodiscernimento, aquela que ensina a diferenciar nosso brilho falso do verdadeiro, percebendo nossas ilusões a respeito de nós mesmos. Além disso, fortalece a capacidade intelectual para a assimilação da consciência superior.

Luz e Paz. Excelentes inícios para você,

* Norma Estrella
normaestrella@infolink.com.br
(21) 9776-7377
(22) 2655-3963
Autora do livro "Numerologia sem Mistérios".